Relatos Selvagens

Produzido por Almodovar, Relatos Selvagens do argentino Damián Szifron, é um filme que retrata seis histórias diferentes, ligadas por protagonistas que se transformam em feras, mostrando a falta de civilidade e a selvageria humana.

São histórias simples, sobre fatos cotidianos, revelando o amor, a vingança, a decepção, a ira, o desespero, o medo, a desesperança, a inveja, a tragédia e a violência, que nos faz identificar de algum modo, em algum momento de nossas vidas, com os personagens.

O que as histórias têm em comum são protagonistas fora de controle, que decidem fazer justiça com as próprias mãos, e no fazer justiça, se transformam em uma selvageria sem igual, até que, do fundo do poço em que se encontram, descobrem o verdadeiro amor e compreensão.

A primeira história é “Pasternak”.
Um aspirante a músico que reúne todos os seus inimigos em um só lugar.

A segunda, “As Ratazanas”
Uma garçonete que tem a chance de se vingar do homem que arruinou sua vida e sua família.

A terceira, “O mais Forte”
Uma briga entre dois completos desconhecidos que se encontram no meio da estrada e se desentendem por causa de uma ultrapassagem, o que gera um ódio e violência sem limites.

A quarta, “Bombita”
Um engenheiro tem o carro rebocado no dia do aniversário da filha. Ele se revolta contra as multas indevidas e a burocracia do sistema, que transformam sua vida em um verdadeiro inferno.

A quinta, “A Proposta”
Um milionário tenta livrar seu filho da cadeia após ter atropelado uma grávida, e se vê diante de uma grande polêmica.

A sexta, “Até que a Morte nos Separe”
Uma noiva descobre um caso do futuro marido em plena de festa de casamento.

Seis histórias brilhantes, com humor inteligente, que reúnem cenas de drama, romance, tensão, suspense, ação e  muita, muita violência. Mas, apesar de tanta tragédia, mesmo que engraçadas, as histórias sempre terminam de forma otimista e com uma moral a ser lembrada.

Um filme simplesmente excepcional!


Trecho da Palestra de Leandro Karnal  onde ele faz uma analogia de Hamlet com Relatos selvagens - “Ser louco é a única possibilidade de ser sadio nesse mundo doente” .
Mas cuidado! Spoiler.



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